A videoinspeção percorre o interior da tubulação com uma câmera acoplada a uma haste flexível, transmitindo imagem em tempo real e registrando a metragem. O resultado responde a perguntas que nenhum outro método responde sem demolição: em que metro exato está o problema, qual é o problema e se ele é reparável sem troca de trecho.
Os três usos mais comuns nos nossos atendimentos são: reincidência de entupimento no mesmo ponto, vistoria antes de compra ou de reforma, e conferência depois de hidrojateamento em imóvel comercial.
| Achado | Como aparece | Encaminhamento típico |
|---|---|---|
| Raiz | Filamentos claros entrando por junta | Corte hidráulico e, se recorrente, troca do trecho |
| Contra-declividade | Lâmina de água parada em trecho reto | Refazer assentamento do trecho |
| Degrau em junta | Desalinhamento visível entre tubos | Reparo localizado |
| Trinca longitudinal | Linha escura acompanhando o tubo | Substituição; risco de colapso |
| Incrustação de gordura | Parede revestida, diâmetro reduzido | Hidrojateamento com bico de limpeza |
| Corpo estranho | Objeto identificável travado | Retirada mecânica |
| Intrusão de tubo | Ligação mal executada entrando no coletor | Corte e refazimento da ligação |
Câmera em tubo sujo não mostra nada. Por isso a sequência correta é sempre: desobstruir, limpar a parede com jato e só então inspecionar. Serviço que faz câmera antes da limpeza produz vídeo de parede marrom e conclusão nenhuma. Também é necessário que o trecho esteja sem fluxo durante a passagem — em imóvel habitado isso pede combinação de horário.
Trabalhamos com odômetro porque o valor do laudo está na metragem. “Tem uma raiz no coletor” é informação pobre; “raiz a 7,4 metros da caixa de inspeção do portão, entrando pela junta, obstruindo cerca de 40% da seção” é informação que permite orçar uma abertura de 60 centímetros de piso em vez de uma vala de sete metros.
Esse é o uso mais subestimado. Imóvel dos anos 1960 a 1980 na capital frequentemente tem coletor em cerâmica com junta de argamassa, material que trinca e convida raiz. Uma videoinspeção antes da escritura custa uma fração do que custa refazer a rede depois da mudança, e o vídeo é argumento objetivo de negociação de preço. Em imóvel reformado para venda, a câmera também revela a “reforma de fachada”: piso novo sobre rede antiga e caixa de inspeção aterrada.
Entregamos o vídeo e um relatório com metragem, descrição dos achados e recomendação. Esse material serve para três coisas: orçar reparo com precisão, comparar orçamentos de terceiros sobre a mesma base e sustentar conversa com concessionária, vizinho, condomínio ou seguradora quando a origem do problema está fora do seu imóvel. Também é comum usarmos o laudo para justificar o que não precisa ser feito — muita gente chega decidida a trocar toda a rede e sai com um reparo de dois metros.
Regra simples: se alguém propõe quebrar piso sem antes ter passado câmera, peça a câmera. É mais barato que o reparo do piso.
A videoinspeção raramente vem sozinha. Costuma acompanhar desentupimento de esgoto, limpeza de rede de condomínio e localização de caixa. Em todos esses casos, a câmera é o que transforma um serviço de manutenção em informação útil para a decisão do próximo ano. Se você precisa do serviço em outras cidades do estado, a Suprema Desentupidora mantém equipes com o mesmo equipamento.
Pode ser contratada isolada, mas em tubo obstruído o correto é desobstruir e limpar primeiro. Câmera em tubo sujo não gera laudo utilizável.
Sim, o arquivo é entregue junto com o relatório de metragem e achados.
Serve, e é um dos usos mais recomendados. Revela rede em cerâmica, raiz, contra-declividade e caixa de inspeção aterrada em reforma.
Sem taxa de deslocamento para orçamento em São Paulo.